Construindo uma Família

Sábado, dia 30 de Outubro de 2010
Primeiro dia de Família em casa, depois que as voluntárias
foram embora restamos o Cotó a Lelê, eu e minha anciedade 
Mãe de primeira viagem, querendo agradar e totalmente perdida.
A Lelê se escondeu embaixo do sofá cama e o Cotó se refugiou
em cima da máquina de lavar no banheiro.
Eu sabia que não seria fácil conquista-los, e decidi não forçar a barra
agi naturalmente como se não estivessem em casa e nada o dia todo
o Cotó miava desesperadamente e isso cortava meu coração
toda vez que ia até a cozinha passava no banheiro e converçava com ele
(parecendo uma louca) e ele me deixou passar a mão nele
(meu coração quase saiu pela boca de tanta alegria, poxa no 
primeiro dia me deixou passar a mão nele)
Já a Lelê não apareceu nem pra comer, e olha que achei que o Cotó 
fosse dar mais trabalhinho que ela, mais tudo bem
paciência, amor e carinho eram minhas armas.
Resumindo a Lelê passou 4 dias debaixo do sofá, só saia
pra comer a noite quando achava que ninguém estava olhando,
foi aí que decidi usar o método de ignora-la quando resolvia aparecer (ao invés de aperta-la 
que era minha grande vontade)
o Cotó deixou a Giovana pega-lo no colo (fiquei com ciúmes)
mesmo assim não saía de cima da máquina de lavar
por nada e miava desesperado a noie toda
continuei converçando muito com ele a noite
quando ele miava, deixava passar a mão nele
na verdade ele é um pouco bruto heheh ele pede carinho dando 
cabeçadinha na gente ^^
Mais os dias foram passando e a Lelê me deixou fazer carinho
e se abriu como uma flor, moçinha ronrorenta que ia atras de mim
aonde quer que eu fosse, o Cotó continuava medrosinho
mais quando eu chegava vinha pedir carinho e depois sumia
gostava de ficar na dele e resolveu que seu novo esconderijo seria junto com a Lelê
embaixo do sofá (mesmo eu tendo comprado caminhas que
apenas eram enfeites)
Eu estava começando a conquistar meus bebês e cada passo
que dava em direção aos coraçõezinhos eu me enxia de alegria.
Os meus amigos diziam que eu tinha gatos imaginários
porque quando tinha pessoas estranhas eles não davam sinal de vida
mais os dias foram passando e cada dia com mais carinho
e mais dedicação eles iam confiando em nós
o que me deixava muito feliz.
Eu não me cabia de felicidade com minha família tão feliz
E eles não davam trabalho nenhum, dormiam durante o dia
a noite saiam pra fazer festa quando eu chegava do trabalho
estavam me esperando e fazendo traquinagens.
Bom eu nunca perdi o hábito de olha o site da Ong 
mesmo depois que havia os adotado, e um dia 
rateando pelo site quem eu ví o Pica-pau
Bom como disse a Giovana Aonde comem 2 comem 3 =]
E começamos a pensar na possibilidade de um terceiro filho
afinal os dois eram comportadinhos e não davam trabalho
porque não dar um lar e amor pra mais um gatinho?
Já haviamos descobrido que não há medo que um bom carinho não supere...
Aí começou novamente a saga da busca pelo terceiro membro da família...


No próximo post tudo sobre a busca do terceiro filhote


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